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quarta-feira, 5 de junho de 2024

Tema: " México, Argentina e Brasil: concentrações industriais " ( Conexão Geográfica ) by Prof. Roberto.



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 Tema: “ México, Argentina e Brasil: concentrações industriais “

Concentrações Industriais no

México, Argentina e Brasil

México

  • Cidade do México: Principal concentração industrial, com diversidade de ramos como têxtil, alimentício, automobilístico, petroquímico, siderúrgico e metalúrgico.

  • Outros centros industriais: Guadalajara, Monterrey, Lázaro Cárdenas, Monclova.

  • Indústrias Maquiladoras:

    • Acordo com os EUA nos anos 1960 levou à instalação de indústrias americanas no México, especialmente na fronteira.



    • Atrativas por causa de baixos impostos, mão de obra barata e proximidade com os EUA, reduzindo custos de produção e transporte.



Argentina

  • Região Metropolitana de Buenos Aires: Maior concentração industrial do país.



  • Eixo Industrial: Se estende a noroeste de Buenos Aires, incluindo Rosário, Santa Fé e Córdoba (segunda cidade mais populosa).

  • Diversificação: Principal região de diversificação industrial.

Brasil

  • Região Sudeste: Maior concentração industrial no polígono formado por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

    • Fatores locacionais: Disponibilidade de energia elétrica, mercado consumidor, infraestrutura (ferroviária, rodoviária e portos marítimos), mão de obra especializada, rede bancária, empresas importadoras e exportadoras, capitais de exportações de café, políticas industriais (1956-1979).



Polígono Industrial

  • Participação no PIB (2020): Representou 20,4% do valor total do PIB do Brasil.

  • Emprego Formal: Importante indicador de concentração industrial na região.

  • Urbanização e Crescimento Econômico: Atrai pessoas e empresas, estimulando urbanização e crescimento do comércio e serviços.

    • Parques Científicos e Tecnológicos: Cerca de 40% dos parques científicos e tecnológicos do Brasil estão na Região Sudeste, dinamizando a economia regional.






  • Vídeo explicativo


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Tema: " México, Argentina e Brasil : Industrialização tardia e população " ( Conexão Geográfica ) by Prof. Roberto

 


Percurso : 17

Tema: “México, Argentina e Brasil: Industrialização Tardia e População “



As Maiores Economias da América Latina



  1. México, Argentina e Brasil:

    • Representam mais de 66% do PIB da América Latina em 2020.

    • PIBs em 2020: Brasil ($1.4 trilhões), México ($1.1 trilhões), Argentina ($0.4 trilhões).

A Industrialização Tardia

  1. Início e Intensificação:

    • Início na primeira metade do século XX.

    • Intensificação após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

    • Influência de corporações transnacionais.

  2. Comparação com Outros Países:

    • Industrialização tardia comparada a Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Japão e Rússia (séculos XVIII e XIX).

A Industrialização de 1950 aos Dias Atuais

  1. Novo Período Pós-Segunda Guerra Mundial:

    • Ordem mundial bipolarizada.

    • Disputa geopolítica entre Estados Unidos e União Soviética.

  2. Estratégia dos Estados Unidos

  3. e Países Europeus:

    • Instalação de empresas na América Latina, Ásia e África.

    • Internacionalização da economia de México, Argentina e Brasil.

    • Crescente participação de corporações transnacionais.

  4. Globalização na Década de 1990:

    • Aumento de facilidades para exportação e importação.

    • Modernização tecnológica e de gerenciamento das empresas nacionais.

Diversificação Econômica e Inserção Global

  1. Desenvolvimento Econômico:

    • México: Aliança com Estados Unidos e Canadá (Nafta/USMCA).

    • Brasil e Argentina: Integração ao Mercosul.

  2. Diversificação Comercial:

    • Brasil e Argentina: Exportações diversificadas, principalmente para Índia e China.

    • México: Predomínio das relações comerciais com os Estados Unidos.

População e Cidades

México: População

  1. Distribuição Populacional:

    • 75% da população ocupa o Planalto do México.

    • Cidade do México: Capital e principal núcleo econômico (9 milhões de habitantes em 2020).

  2. Cidade do México:

    • Terceira maior região metropolitana do mundo na década de 2010.

    • Contribui com 15.8% do PIB mexicano.

    • Problemas urbanos: Desigualdade social, favelização, poluição atmosférica e terremotos.

  3. Grandes Lagos do Vale do México:

    • Área cercada por montanhas com grandes lagos históricos.

    • Desenvolvimento histórico: Tenochtitlán e Cidade do México.

    • Uso intensivo das águas e desaparecimento dos lagos.

  4. Subsidência na Cidade do México:

    • 72% da água consumida é extraída do lençol freático.

    • Retirada excessiva levando ao afundamento da cidade.

Argentina: População

  1. Regiões Naturais:

    • Cordilheira dos Andes, Grande Chaco, Mesopotâmia, Pampas e Patagônia.

  2. Distribuição Demográfica:

    • Densidade média de 16,5 hab./km² (2021).

    • 66% da população nos Pampas.

    • Patagônia: “Argentina do vazio demográfico”.

  3. Grandes Aglomerações Urbanas:

    • Buenos Aires: Terceira maior aglomeração urbana da América Latina (15 milhões de habitantes).

    • Problemas urbanos: Presença de favelas e moradias precárias.




 
Tema :


“ Países Emergentes
México, Argentina e Brasil
Industrialização tardia e população“



Vamos ver abaixo um vídeo e um slide 

para compreender melhor o tema

Assistam...

02 - Slide

E agora vamos pra

parte mais interessante...





Dúvidas 

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terça-feira, 4 de junho de 2024

Tema: " Agropecuária no México, na Argentina e no Brasil " ( Conexão Geográfica ) by Prof. Roberto.


Tema :


Texto No.01

México e Argentina: PIB agropecuário

Pib : é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. O PIB ( Produto Interno Bruto ) mede apenas os bens e serviços finais para evitar dupla contagem.

O produto interno bruto representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um período determinado. O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de quantificar a atividade econômica de uma região.


      Com a criação do Nafta, em 1992 , a economia mexicana apresentou maior crescimento graças aos investimentos estrangeiros e ao aumento das exportações para os Estados Unidos e Canadá.
      Em 2016, enquanto cerca de 33% do valor do PIB mexicano foi formado pela atividade industrial — indústrias de transformação e extrativa mineral, em que a exploração de petróleo participou na formação desse PIB —, a agropecuária participou com 3,6% e os serviços participaram com 63,4%. Na Argentina, a atividade industrial respondeu por 28%, a agropecuária participou com 6% e os serviços com 66%. No Brasil os valores foram respectivamente 23%, 5,3% e 71,7%.

México: agropecuária

  O território mexicano é pouco favorável à agropecuária. A presença de montanhas e de climas áridos e semiáridos reduz a disponibilidade de áreas cultiváveis. Ainda assim, esse setor emprega cerca de 14% da População Economicamente Ativa (PEA) do país (figura abaixo).


     Cerca de 39% do território é ocupado pela pecuária, voltada principalmente para a criação de gado bovino e praticada no centro-norte do país. 

   Os produtos com maior área de cultivo e voltados para o abastecimento do mercado externo são: algodão, sisal, café e cana-de-açúcar. 

   Para o mercado interno são cultivados: milho, batata, trigo, arroz, soja etc. Após a entrada em vigor do Nafta, a produção de milho perdeu espaço diante da concorrência estadunidense. Mas, mesmo assim, por se tratar de alimento tradicional desde o tempo dos astecas e maias, o México é o quinto produtor mundial de milho. Como em toda a América Latina, com exceção de Cuba, há no México grande concentração da propriedade rural: 1% das propriedades concentra 56% da área de terras — na Argentina, que veremos mais adiante, 2% concentram cerca de 50%; no Brasil, 0,9% concentra 44,4%
 

As transnacionais de alimentos no México

    Grandes empresas transnacionais de alimentos têm se estabelecido no México. Compram as melhores terras e orientam a produção para atender ao mercado externo, principalmente os Estados Unidos. Controlam 90% da produção mexicana de algodão, aspargos, morangos, cebolas, hortaliças e outros vegetais. Embora as grandes empresas também cultivem esses produtos nos Estados Unidos, preferem o México, onde podem obter lucros maiores, uma vez que a terra e a mão de obra são mais baratas, além da proximidade do mercado consumidor estadunidense.

Argentina: agropecuária

    A agropecuária ocupa posição importante na economia argentina. Cerca de 60% do valor total de suas exportações é constituído por produtos agropecuários: soja (3o produtor mundial, depois dos Estados Unidos e do Brasil); produtos derivados da soja (maior exportador mundial); milho (7o produtor mundial e 3o exportador); trigo (5o exportador mundial); cana-de-açúcar; girassol (óleo comestível); carne; além de outros.


Circuitos da carne e da soja nos 
Pampas argentinos e no Brasil

    A expressão “circuito” é entendida como rota ou caminho percorrido para se atingir certo lugar. Nos casos da soja e da carne, refere-se, assim, ao caminho percorrido desde a área de produção até o mercado consumidor interno e aos portos de exportação, para chegar ao mercado consumidor externo. Há diferenças marcantes entre os circuitos da soja e da carne na Argentina e no Brasil. A vantagem é argentina.

Na Argentina

     As maiores concentrações de plantio de soja e de criação de gado bovino e ovino na Argentina se encontram na região dos Pampas). Nela concentra-se cerca de 66% da população da Argentina, como vimos anteriormente, o que representa a maior parte de seu mercado consumidor interno.

    O Porto de Rosário permite o atracamento de navios graneleiros de grande porte para o transporte de soja (figura 24) e também de navios frigoríficos para o transporte de carne. Assim, desse porto partem navios até portos marítimos situados em outros países, como a China. Grande parte das propriedades agropecuárias argentinas se localiza a cerca de 300 km de distância do Porto de Rosário que, por sua vez, está aproximadamente a essa mesma distância de Buenos Aires. Entretanto, a infraestrutura de transporte na Argentina — rodoviária, ferroviária e hidroviária —, assim como no Brasil, apresenta problemas ou gargalos para o escoamento de grãos — soja, milho, trigo etc. Há congestionamentos de caminhões nas estradas e nos portos para descarregar os grãos e demora para transferi-los para os navios durante o pico da safra. Mas, mesmo assim, os produtores rurais argentinos levam vantagem em relação aos do Brasil, principalmente aos da Região Centro-Oeste. Essa vantagem ocorre porque na Argentina os produtores rurais não estão distantes do mercado interno de consumo, representado pelas indústrias e pelos próprios criadores de gado, que usam o farelo de soja como ração animal, e também por não estarem distantes dos portos de exportação. Além disso, o tempo de espera causado pelos congestionamentos de navios graneleiros e frigoríficos nos portos da Argentina é menor do que nos portos brasileiros. Esses fatores conferem vantagens competitivas e mais ganhos aos produtores argentinos.


No Brasil: a soja e a carne na Região Centro-Oeste

        O Brasil foi o 2o maior produtor de soja no mundo em 2017, atrás apenas dos Estados Unidos. A produção de soja no mundo em 2017 foi de 337 milhões de toneladas, sendo que os Estados Unidos produziram 120 milhões de toneladas desse total e o Brasil, 116,996 milhões de toneladas. O Mato Grosso foi o maior estado produtor de soja brasileiro e o Paraná, o segundo. Só o Mato Grosso produziu, em 2017, 32 milhões de toneladas de soja. Também em 2017, o Brasil possuía o maior rebanho de gado bovino e foi o maior exportador dessa carne. A Região Centro-Oeste é a que responde pela maior produção de soja e é a que possui maior rebanho de gado bovino. Veja as figuras abaixo. (figuras 25, 26 e 27).





Google Maps ( Abaixo )



Texto No.02

Tema: “Agropecuária no México,

Argentina e Brasil”


México

  • Participação no PIB (2020):

    • Setor primário (agropecuária): 4,1%.

  • Características geográficas:

    • Território pouco favorável à agropecuária devido à presença de montanhas e climas áridos/semiáridos.

  • Emprego:

    • 12% da População Economicamente Ativa (PEA) trabalha na agropecuária.

  • Pecuária:

    • 39% do território é utilizado para pecuária, com destaque para a criação de gado bovino no centro-norte.

Principais produtos:

    • Exportação: algodão, sisal, café, cana-de-açúcar.

    • Mercado interno: milho, batata, trigo, arroz, feijão.


  • Impacto do NAFTA:

    • A produção de milho sofreu com a concorrência dos EUA, mas o México ainda foi o 6º maior produtor mundial em 2020/21.

  • Concentração de terras:

    • 1% das propriedades detêm 56% das terras.

  • T ransnacionais de alimentos:

    • Empresas controlam 90% da produção de vários cultivos, voltados principalmente para o mercado externo (EUA).

    • Consequências: redução da área de cultivo de alimentos tradicionais como milho e feijão, aumento da carência alimentar e mudanças nos hábitos alimentares.


Argentina

  • Participação no PIB (2020):

    • Setor primário: 6,6%.

    • Cerca de 60% das exportações são produtos agropecuários.


  • Regiões agropecuárias:

    • Região pampeana (Pampa úmido):

      • Terras férteis, produção mecanizada.

      • Principais produtos: trigo, soja, milho; criação de bovinos e ovinos.

      • 50% dos produtos agrícolas argentinos e 66% do rebanho bovino estão nesta região.

    • Região extrapampeana:

      • Condições naturais diversificadas.

      • Culturas regionais: algodão, cana-de-açúcar, frutas, vinhas, oliveiras.

      • Patagônia: criação extensiva de ovinos, com exportação de lã.

  • Circuitos da soja e carne:

Vantagens argentinas:

    • Proximidade entre áreas de produção, mercado interno e portos de exportação (Buenos Aires, Rosário).

    • Menor tempo de espera nos portos comparado ao Brasil, conferindo vantagens competitivas.




Brasil

  • Participação no PIB (2020):

    • Setor primário: 6,8%.

  • Produção de soja:

    • Maior produtor mundial nas safras 2020/2021 e 2021/2022.


    • Principais estados produtores: Mato Grosso, Rio Grande do Sul.

  • Pecuária:

    • Maior rebanho de gado bovino e maior exportador de carne bovina.

  • Região Centro-Oeste:

    • Maior produção de soja e maior rebanho bovino do país.


  • Desafios logísticos:

    • Longas distâncias até os portos de exportação, especialmente do Centro-Oeste ao Porto de Santos (mais de 2 mil km).


  • Dependência do transporte rodoviário, que aumenta os custos em relação à Argentina e EUA.

  • Infraestrutura deficiente: Rodovias malconservadas, altos custos de pedágios, congestionamentos em portos, falta de integração entre rodovias, ferrovias e hidrovias.




Vamos ver abaixo um vídeo 

para compreender melhor o tema

Assistam...

VÍDEO : Agropecuária no México,

 Argentina e Brasil.

E agora vamos pra

parte mais interessante...






O que você acha 
em jogar e aprender
muito +MAIS !?


Vamos aprender JOGANDO um pouco !?
QUIZ SOBRE ...( Agropecuária Brasileira )
Vamos começar...


Tente este também....


Vamos tentar novamente com este
 outro joguinho interativo...



Dúvidas !?

RELEIA..


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